Marítimo 0-3 Benfica. Leandro Barreiro continua a dar razão aos catedráticos que o queriam levar de borla ao aeroporto. A lei de Prestianni (fecundar os especialistas) continua semana sim, semana assim (será promessa?) a sodomizar os detratores. A dificuldade do Benfica em marcar golos (14 golos em 4 jogos) na liga só mudará quando Sudakov sair do 11 inicial (preveem-se 5 golos por jornada) e já ninguém tem duvidas que a defesa continua mais aberta do que o estreito de Hormuz. Igor Julião conseguiu sair do campo sem ser expulso!!! E o Benfica também conseguiu - o seu maior feito na tarde de ontem - terminar o jogo com mais cartões amarelos (3-2) que o Marítimo!
William Gomes tinha de ser expulso logo aos 17 minutos. Nem falta lhe foi assinalada. O invertebrado que, mesmo após o VAR o alertar da alarvice que cometera (assinalar penalti contra o Benfica), resolveu manter a canhestra decisão (rasteira de cabeça de Otamendi frente ao Arouca) não quis ver - nem ele nem o invisual (Bruno Esteves) que o acompanhou na cidade do futebol - a cotovelada deliberada do arruaceiro do clube da fruta que, por acaso, marcou e assistiu para a vitória mentirosa do foculporto. Nenhum teve duvidas em expulsar Liberato do Moreirense por um lance mais ou menos semelhante. Com uma nuance. Liberato saltou na vertical sem nenhuma intenção deliberada de atingir o Maradona nórdico. Já William Gomes usou deliberadamente a pata, perdão, o cotovelo para agredir o adversário.
Na estatística disciplinar, clube da fruta e Benfica - equipa macia por contraste com a badalada raça foculportista - têm 14/13,5 faltas cometidas/assinaladas por jogo. 5 Cartões amarelos para o Benfica apenas 2 para o clube da fruta. A diferença é que o Benfica tem menos um jogo disputado que o crime organizado. Sudakov, massacrado por não ter agressividade, já leva 2 cartões amarelos no Benfica e Circati, poucos minutos após entrar em campo, em mais uma decisão aberrante do árbitro, já viu a cartolina amarela de perto. Não é apenas nos penaltis inventados ou não assinalados que se cometem as grandes filhas das putices da liga. Outros grandes filões residem no adormecimento/agressividade das equipas - ver o Rio Ave que apenas cometeu uma falta em todo o jogo frente ao clube da fruta e o Marítimo de ontem (20 faltas fora as perdoadas por Guelho) sempre de faca na liga - e no controle disciplinar por parte dos apintadores.
Olhando para batatal dos Barreiros e para a predisposição do Marítimo em baixar o pau a cada entrada (já com o resultado em 0-3 Mitchell van der Gaag continuava a fazer gestos inequívocos para dentro do batatal incentivando os seus jogadores a continuar a malhar) eu nem quero imaginar a ronha e o tormento que seria se o Benfica tivesse de correr atrás do resultado. Olhando para a atitude de Prestianni, de oferecer o prémio de homem do jogo a Barreiro, sou obrigado a dar razão a toda a mérdia nacional que pôs em causa o seu caráter!
Confesso que já andava inquieto mas agora ainda fiquei mais. O ciclista norte-americano que meteu a reforma veio falar de doping e daquilo que viu fazer em Portugal quando corria pela Efapel. Disse, por outras palavras, que Portugal era o paraíso do doping no ciclismo. Mas disto estávamos avisados, depois do que se passou com o W52. Mas voltando às minhas preocupações, e nos outros desportos? E no futebol, concretamente? Os controlos estão a ser feitos como deve ser? É que não há notícias nenhumas de que a lei está a ser rigorosamente cumprida!
ResponderEliminarO Benfica continua a ser uma aberração no que diz respeito à comunicação. Faz tudo ao contrário. O Benfica (direção) dorme descansado à pala dos "pobres" treinadores que têm de se esgotar desnecessariamente em defesa daquilo que deveria ser da competência do clube, direção e comunicação. Como eu gostaria de ter assim um tacho, que me desse um ordenado chorudo todos os meses, e, quem se queimava por mim, eram aqueles que davam a cara todas as semanas frente a jornalistas ávidos de celeumas...