«Hansi Flick não perdoa VAR que contou com Tiago Martins: "Não percebo para que serve"». O vídeo mais abaixo diz tudo sobre como uma arbitragem tendenciosa pode alterar o resultado de um jogo, marcar definitivamente uma eliminatória e até o vencedor da Champions League. Quando eu bato repetidamente na tecla dos árbitros é disto que falo. Pouco interessam os bons jogadores, presidentes sabedores ou treinadores infalíveis. São eles, com as suas decisões canhestras, que maioritariamente fazem e desfazem campeões.
O cartão vermelho (directo ou por duplo amarelo) e o correspondente penalti que os árbitros não assinalaram são chocantes. Não há como desculpar essa gentalha do apito. Se a UEFA tivesse um pinguinho de vergonha teria de se expurgar por dentro proporcionando a quem gosta de um futebol limpo uma das poucas boas notícias da época: a irradiação do traste Martins. Dando razão ao ditado popular que diz, «pimenta no cu dos outros é refresco», Hansi Flick ficou muito irritado com o VAR (Tiago moedas foi AVAR) do Barcelona-Atlético. Já do VAR (Dennis Higler) do Benfica 4-5 Barcelona que transformou um possível 5-4 para o Benfica (penalti claro perdoado ao Barcelona) numa indecorosa vitória (na sequência o Barcelona marcou em contra-ataque) para o Barça, o treinador alemão considerou que «temos de confiar no VAR, eles decidiram contra o Benfica e a nosso favor». Mete rolhas, Hansi Flick, mete rolhas. Se, como os treinadores do Benfica, levasses com os Martins da liga da farsa nos jogos do Barça, há muito que já estavas a plantar batatas...