Digo-o, e repeti-lo-ei sempre, mesmo que as falangetas já me doam. Quem decide a esmagadora maioria dos jogos, troféus, taças e campeonatos, são os árbitros. Podem dar as voltas que quiserem, romancear mais ou menos, fazerem filmes dignos da Netflix que vai tudo desaguar nos homens do apito. São como os rios. Galgando as margens não há diques (Mourinhos) que resistam. Bem podem cagar nos planos mirabolantes, nos planteis bem estruturados, nas promessas de goleadores exímios e nos candidatos, ou presidentes, que têm a chave do sucesso baseada em grandes opção estratégicas, em contratações cirúrgicas, obras faraónicas, planeamentos à la longue, critérios de execução rápida ou fundamentos catedráticos. Borrifem-se para os peritos dos jovens craques, para as feras dos mecanismos, sábios das concepções e da engenharia financeira, para os retornos sublimes, fórmulas de sucesso garantido, métodos sumptuosos, expedientes incríveis, soluções fascinantes e soluções que não passem por dinamitar o controle da arbitragem e dos árbitros.
Até um cego consegue ver que os últimos três jogos do Benfica na liga - Tondela, Alverca e Santa Clara - três jogos de goleadas históricas, terminaram com resultados (em Tondela nem isso) tangenciais por causa da acção (não interventiva) dos árbitros. Exactamente como nos empates com o Casa Pia, Cashball, Apito Dourado, Sp. Braga, Santa Clara, Rio Ave, onde os árbitros por omissão ou por 'excesso de zelo' roubaram pontos ao Benfica que o tornariam líder isolado. Rasteiras, derrubes, bolas na mão, agarrões, pisadelas, dentro da área dos adversários do Benfica nem vão ao VAR na sua maioria! Patadas na cabeça dos jogadores do Benfica não são objecto de análise. Anulam-se golos por supostas faltas cometidas no seu próprio meio campo ou por um sopro no cachaço dos adversários. Demoram 13 minutos à procura de um dedo na cabeça para validar um penalti pró sapos. Validam-se golos baseados em imagens manhosas obtidas de um poste de iluminação do estádio! Assinalam-se penaltis ao Benfica por uma rasteira de cabeça e cantos fantasma (golos) pró-sapos.
A lavagem que os chamados especialistas de arbitragem e a MDCSDQT fazem aos erros flagrantes dos árbitros tornou a liga da farsa um chavascal à medida do «Apito Dourado». Alguns desses facínoras, ligados ao «Apito», continuam nos jornais e nas televisões a fazer o mesmo que faziam dos relvados. Os VAR, árbitros medíocres, são hoje o que no Apito Dourado chamaríamos de fruta para dormir ou 'deusas' do Calor da Noite e da Taverna do Infante, pagas por Fernando Gomes, então administrador do foculporto SAD, mais tarde presidente da FPF, vice-Presidente da UEFA; actual presidente do Comité Olímpico de Portugal. É um chavascal que nunca mais acaba. Sapos e clube das putas não jogam um piço. Ganham por um golo. Os jogos decidem-se por decisões ou omissões do VAR. O foculporto, além do andor, ainda tem os guarda-redes contrários a ofereceram passes de morte aos seus avançados. Ontem, na Madeira, o guarda-redes do Nacional, com a sua equipa a perder, viu um cartão amarelo aos 87 minutos por perder tempo (mais de um minuto!!!!) a repor a bola em jogo! É este lodo que o rolha Proença quer vender no estrangeiro? É este lodo que o governo quer obrigar o Benfica a patrocinar?
