quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Guerrilha de comadres, farinha do mesmo saco.

Ver o foculporto das falhas de energia (corte de electricidade) no sistema de VAR, do enxofre, falta de luz e da creolina nos balneários do Benfica, do Delane Vieira e da bruxa de Matosinhos, dos apanha bolas a esconder as ditas, dos bonecos insuflados (com as cores do Benfica) enforcados às portas do estádio, do Paulinho Santos e do burro Alves, do injinheiro macaco e da doutora Sandra burrié, dos ataques ao centro de estágio dos árbitros, do guarda Abel, da fruta e dos quinhentinhos, dos e-mails truncados roubados ao Benfica, do doutor milagres e da W-52, das escutas do Apito Dourado, das primeiras damas  do Calor da Noite e da Taverna do Infante e da fuga do velho peidoso para Vigo, acusar outros (mesmo que os outros sejam os complexados sapos do alvalixo) de «evidente complexo de inferioridade», só pode ser uma piada. Piada rasca, como tudo o que diz respeito ao clube da fruta, mas uma piada, ainda assim.

Os ecos do clássico da criatividade vão enchendo chouriças nos programas da especialidade e também as capas da MDCSDQT. As acusações mutuas dos ex-compadres agora desavindos (chama-lhes putas, minha filha, chama-lhes putas antes que te chamem a ti) e o tsunami de complexos de inferioridade comuns às duas agremiações regionais, chutaram para um canto a tão propalada ausência de criativos do Benfica! No meio do chiqueiro mediático, saltam à vista as muitas lesões (a carga vitaminal foi/tem sido tanta que rebentaria mais cedo ou mais tarde) comuns às agremiações e - olha que menino! -, a agressão à patada de um grunho do alvalixo. Com o grunho Matheus Reis de saída para a Rússia (sem escândalos de dinheiros russos recebidos pelos sapos) Hjulmand assume as duas patentes. Melhor do que ter dois grunhos à solta só um (Hjulmand) com a dupla função de phoder a cabeça dos árbitros durante 90 mts quando não está a dar coices nas cabeças dos adversários estendidos no relvado. Os sapos são (mesmo) um clube diferente! (ver vídeo mais abaixo).

O pasquim desportivo, hoje por hoje o mais ordinário da MDCSDQT, para esconder o coice de Hjulmand, resolveu meter em destaque uma foto de Taarabt com a camisola do Benfica para ilustrar um pedaço de merda em forma de artigo. Podia escolher o arruaceiro Pepe, com um historial capaz de preencher todas as paginas de vómito desse jornal merdoso, assim como burro Alves, Paulinho Santos, Felipe vale tudo, Fernando Coito, Sergio Conceição... Mas não. O autor do escarro, Diogo Amaro Nunes, entendeu misturar noitadas com coices, escarretas com bêbados e cotoveladas com discussões entre jogadores/treinadores! E assim, como num passe de magia, fez desaparecer do mapa os coices dos grunhos Matheus Reis e Hjulmand. A «nem de borla» vale o mesmo que uma reles cuspidela do Josué.

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