No Benfica, Gustavo Correia - adorador da fruta podre - dá-se ao luxo de mentir nos relatórios, toma várias decisões a comprometer a verdade desportiva que roubam ao SLB o segundo lugar e a Champions League e, como prémio, é nomeado sucessivamente (até em jogos internacionais) pelo milionário Luciano Gonçalves neste inicio de época. Cláudio Pereira, filiado na AF Aveiro, natural do Porto e foculportista fanático, é nomeado para o Santa Clara-Benfica, jogo mais importante da jornada, quase sem competição ao mais alto nível e, mais importante, sem um pingo de qualidade, a não ser o foculportismo descarado, que o alavancasse a assumir a responsabilidade...
Além de inclinar o campo durante os 90 minutos, assumiu maior protagonismo (está-lhes no sangue a filha da putice intrínseca) no final da partida quando entendeu expulsar Mário Branco, Diretor-geral para o futebol do Benfica, não por lhe chamar filho de uma cadela mal parida, mas por lhe pedir para não estragar o jogo (que já tinha acabado). Entusiasmado com a sua autoridade (ejacula nas calças quando lhe chamam mata Mouros) partiu para cima de Jhon Durán a quem mostrou o cartão vermelho, segundo o seu relatório, por Durán, ao reagir a uma provocação do adversário, lhe dirigir "palavras imperceptíveis para a equipa de arbitragem". Não expulsou o jogador do Benfica por mandar o provocador tomar no cu, por lhe chamar filho de trinta putas, maricón ou corno, adjectivos carinhosos largamente usados pelos jogadores entre si e até por treinadores, como o boneco Ceição, que usam tranquilamente esse tipo de 'argumentos' quando se dirigem aos árbitros sem problemas de maior. Expulsou-o por usar palavras dirigidas ao provocador que os ouvidos sensíveis do Cláudio não conseguiram decifrar. Ora toma. A corja sente as costas tão bem protegidas que já nem se preocupa em disfarçar.
Enquanto que o Benfica dorme na forma, há décadas que o clube das putas recruta nas bases da claque que já foi do injinheiro macaco uma tropa, agora de elite, do apito. Sérgio Guelho, Cláudio Pereira, Miguel Nogueira, David Silva, José Bessa, Gustavo Correia, Iancu Vasilica não surgiram por combustão instantânea. Escondidos (alguns) na associação de Vila Real, em Aveiro, Braga, Viana do Castelo... não conseguem disfarçar o cheiro. A geração rasca de João Pinheiro, Fábio Veríssimo, Tiago Martins, António Nobre, Vasco Santos - em filhas da putice e resultados (campeonatos, troféus e taças) adulterados - corre sérios riscos de ser ultrapassada pelos superdragões espalhados por todo o lado. Mais logo, na Luz, o milionário Luciano Gonçalves, nomeou o fruteiro José Bessa (ver aqui) que tem um currículo anti-Benfica de arrepiar o mais sensato! E o Benfica, que deixa ao treinador a tarefa de demonstrar que continua vivo, fica-se por mais um comunicado fofinho? Não exige publicamente, no mínimo, a demissão em bloco do conselho de arbitragem?
