domingo, 22 de fevereiro de 2026

Liga da VARgonha!

A média continua no ponto. Empurrão a Schjelderup e corte com a mão dentro da área de rigor foram para o teto. Teto onde repousam 8/9 penalidades máximas por assinalar a favor do Benfica só nos últimos 4 jogos da liga. Tem futuro a dupla Fonsecas & Barradas. Fonseca, nascido no Porto, filiado na AF Porto, superdragão da nova fornada (28 anos) e Paulo Barradas (44) - sei lá eu como foram desencantar este sapo a Setúbal, tal é o grau de miopia que demonstrou - mostraram ao mundo como o futuro da arbitragem está bem entregue. 

Por ser demasiado evidente, e por ter sido esmiuçado, nem publico o vídeo da mão ostensiva do defesa do Aves (sentindo-se culpado atirou-se para o chão a simular uma lesão) que defendeu um remate de Barreiro à baliza do Aves. Publico um vídeo com um penalti, ainda mais claro, logo aos 3 minutos de jogo, que nem sequer foi objecto de análise pelo VAR. É tão recorrente que a malta já nem liga. Se não partiu nada, é como diz o Tiago moedas se o Belotti (só) for pisoteado na cabeça: siga. No mesmo video a "falta" que serviu para anular um golo ao Benfica em Braga por um leve encosto de Richard Ríos. O Benfica não joga pelas mesmas regras dos outros. São tantas as provas que se torna evidente que, para subir na carreira, os árbitros só precisam roubar o Benfica. A corja mediática faz o resto. 

A titulo de exemplo ficam aqui as apreciações dos dois lances (vídeo mais abaixo) do especialista da «nem de borla» Pedro Henriques. Para quem não conhece, Pedro Henriques é um ex-árbitro que tinha uma avença dos sapos enquanto fazia analises na imprensa dos árbitros. Como traço de personalidade, usa um cagalhão no alto da cabeça à laia de cabelo. 

Benfica-AFS: 
3'- Os contactos ligeiros e inconsequentes de braços e mãos entre jogadores são frequentes; não obstante, quem sofre esse contacto normalmente deixar cair-se com facilidade. Foi o que aconteceu no lance entre Mateus Pivô e Andreas Schjelderup na área dos avenses, onde não houve motivo para qualquer infração para penálti.

Sp. Brag.Benfica
75’ Falta atacante. O árbitro só anula o golo encarnado após a bola entrar na baliza para permitir a intervenção do VAR. Na ocasião, Richard Ríos, com o braço esquerdo, carrega e empurra na zona da axila Vítor Carvalho, potenciando a carga faltosa com o corpo.

O Real Merdid ao jeito das equipas pequenas que, em Portugal, depois de defrontar o Benfica desabam como um castelo de cartas, pagou as vacas ao dono em Pamplona. Não por acaso, as gentes do Osasuna - como o resto do mundo - se excluirmos o Luisão, a media livre, o canalhadas da manhã, o fruteiro Bitó Puinto e o seboso Bernardete do rascord das petas, adoram Vinicius. E como o veneram, receberam o traste com um coro fantástico onde os miminhos - Vinicius muértete - muito ajudaram o Real Merdid a sair de Pamplona a ver monos. O golo da vitória do Osasuna, na ultima jogado do encontro, foi épico! Mas muito mais épicas foram as decisões do VAR que, em contraponto com o árbitro, fez - como se diz na minha terra - justiça de Fafe. Vejam bem: o primeiro golo do Osasuna foi marcado de penalti, lance que o árbitro (uma subespécie do François Letexier) resolvera com um cartão amarelo ao atacante mas, forçado a ir ao VAR, acatou e assinalou a penalidade máxima. No golo da vitória (uma ode ao futebol) foi assinalado fora de jogo ao Osasuna. O VAR disse não e mandou os merdilenos mamar na quinta pata do mono. Cereja em cima do bolo: foi anulado um golo ao mentiroso Mbappé, este sim, marcado em fora-de-jogo! Não é tão bom quando o VAR faz o que deve fazer cumprindo à risca os motivos para que foi criado?

João Gabriel. Como se não tivéssemos o José Mourinho a fazer o trabalho de Pedro Pinto (o que é que este fulano faz no Benfica para além de aparecer nos camarotes e nas galas?) teve de ser o João Gabriel a dar uma tareia, ainda assim com punhos de renda, a Luisão metendo o brasileiro no seu devido lugar. Luisão, como sé sabido (João Gabriel levanta somente a pontinha do véu), nunca a teve. Pedro Pinto é caso para dizer que (também) não tem um pingo de vergonha na puta da cara. Contudo, continua a receber como um príncipe!

PS: assim como existe o protocolo racismo e o protocolo homofóbico, não será tempo de reconhecer o pronto abanar de braços dos árbitros como «portoaocolo anti-penaltis a favor do Benfica» quando há fortes motivos de assinalarem penaltis a favor do Benfica?


 

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