Num ataque direcionado a calhaus como Rodolfo Reis, Otávio Machado e o prof. doutor Jorge Amaral, Billas-Boas acusa os comentadores de opiniões desprovidas de «rigor e da deontologia que devem orientar quem informa, interpreta e comenta o fenómeno desportivo». Para não me tornar fastidioso, sem espaço para mais, deixo aqui pequenas perolas (lançadas a porcos) do sucessor do fugitivo de Vigo. Conhecendo como ninguém a forma fidalga como o clube das putas recebe e trata bem os (que se dizem) jornalistas, é perfeitamente natural que o face rat sinta as dores do CM - «um clube (Benfica) negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa e acesso à informação» - a quem diaboliza fortemente no vomitado. Sem se recordar do grunho Matheus Reis a pisar a cabeça Belotti, atirou aos sapos falando de «um capitão (Hjulmand) de um clube pontapeou um adversário na cabeça, num ato de selvajaria, com as imagens desse lance a desaparecerem de forma enigmática». «Um melhor controlo da temperatura ambiente para o visitante mais exigente» é o mesmo que escarrar no rosto do maqueiro Vagandas.
«Isto não é 'só desporto' É falta de cultura, ética, moral e de civismo. É o nível de hipocrisia reinante que se instala quando se domina o espaço mediático e quando se é incapaz de distinguir fanatismo de direitos humanos, ou o dever de informar do direito de acesso à informação», dispara o presidente do clube do túnel dajantas e do Apito Dourado, dos jornalistas agredidos em directo, dos jornalistas ameaçados de morte, dos bonecos enforcados à porta do estádio, dos ataques das claques ao centro de estagio dos árbitros, das pedradas aos autocarros das equipas adversárias, das galinhas pretas enterradas no relvado, do Delaine Vieira e da bruxa de Matozinhos, do doutor milagres e da amarelinha, das putas do Araújo pagas por Fernando Gomes, das pedras de golfo atiradas para o relvado, dos estabelecimentos das famílias do árbitros vandalizadas, das férias pagas aos irmãos Calheiros, do José Pratas a correr à frente da turba...
Do clube (das putas) que desliga a electricidade para boicotar o VAR, do clube (das putas) que impede os descanso dos adversários mandando rebentar foguetes durante a noite nas imediações do hotel antes de defrontarem o crime organizado, do clube (das putas) que quando se apanha a ganhar faz desaparecer as bolas à volta do relvado e manda roubar as toalhas do guarda-redes adversário. O clube (das putas) que rouba a correspondência privada do Benfica ,que a adultera e divulga criminosamente do canal da fruta podre, clube (das seringas e das transfusões de sangue) matriz W52 que mantém os troféus da batota à vista de todos no bem recheado (de falcatruas) museu da fruta. Falta de cultura, ética, moral e de civismo? Foda-se, ó Billas! Escreveste esse pedaço de merda na frente do espelho? Apontar o dedo e expor os oportunistas, os falsos moralistas, os hipócritas e as suas agendas mediaticamente 'sponsorizadas'? Foda-se, ó Billas! Estavas a pensar em ti próprio e no pasquim da fruta antes de começares a dar uso às falangetas?
O pasquim abolha desceu tão baixo que conseguiu meter um "treinador" comentadeiro a afirmar isto - «Penálti não existe e comunicação do Benfica é tóxica» - sobre o mergulho de Fofana que proporcionou a última vitória ao clube da fruta. Alertado pela sua cara de sapota-preta, ao ver o seu nome - Alexandre Costa - cheirou-me logo a fruta podre. Fui ver as origens do moço (34 anos) notável especialista da nem de borla. Já chegou a coordenador de formação do CD Belas mas, o que mais distingue no seu recheado currículo, foi ter sido treinador adjunto de futebol 7, juniors e sub 10, no clube da fruta. Tinha então 21 anos! Como é natural da Amadora, acredito muito na sua costela de sapo. Em qualquer dos casos, chamar tóxica à comunicação do Benfica por - uma vez na vida e quando o Benfica se encontra a 10 pontos do clube da fruta - levantar o véu do roubo de sexta-feira passada é preciso ser-se muito sapo ou fruteiro empedernido. A «nem de borla» é que não passa disto: tão rasca como o rascord das petas e já uns furos abaixo do pasquim da fruta.
