sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Retrato de fruteiro desembestado.

Existe um padrão na vida de Luis Pinto. Na época passada, em casa frente ao seu clube das putas, o foculportista João Gonçalves assinalou dois penaltis contra no Guimarães-foculporto. O Messi negro (Samu) falhou o primeiro, mas o golo da vitória do foculporto, marcado de penalti, surgiu aos 85 minutos. Luís Pinto, na altura treinador do Vitória, viu assim os penaltis cometidos: «Há mais mérito do FC Porto do que demérito nosso». Ainda na época passada, em Guimarães, após a vitória do Benfica (0-3) Luis Pinto criticou a arbitragem e afirmou que o Benfica não teve mérito na vitória. O árbitro, João Pinheiro de Braga e o VAR Rui Costa do Porto para não falar de José Bessa 4º árbitro do Porto (árbitro de ontem à noite) mostram como já nessa altura o Benfica dominava e fazia o que queria da arbitragem.

José Mourinho, fleumático, respondeu assim ao imbecil: «Eu já tive a idade do Luís. Quando tinha a idade dele dizia mais parvoíces do aquilo que digo, agora digo menos. Ele é um jovem talentoso que tem um percurso bonito, se tudo correr bem vai chegar lá.». Não Mourinho, não vai correr. nem vai chegar lá. Acabou por ser corrido de Guimarães e, se não sair debaixo da asa do seu clube das putas, dificilmente largará as parvoíces (eufemismo de Mourinho para filhas da putices) que são a sua imagem de marca.

Cinco dias atrás falou sobre a derrota em casa por 0-1 contra o seu clube das putas, em que o seu jogador Elimbi, segundo todos os especialistas de arbitragem, foi mal expulso aos 83 minutos de jogo. «os jogadores do FC Porto colocam muita intensidade e fazem faltas - e bem - para parar os ataques adversários» (...) «Opinião sobre a expulsão de Elimbi? Não tenho.». Ontem, após uma derrota clara (4-1) que poderia ser de 7 ou 8 se o Benfica concretisasse a maior parte das oportunidades que criou, contrariando o que toda a gente viu, inclusivé os especialistas de arbitragem, Luis Pinto não só recuperou a opinião como começou a ver coisas que mais ninguém viu. «O Rafa não está isolado. Não há um cotovelo na cara. Não é motivo para expulsão. Foi facilmente expulso. Abriram um precedente».

Antes, mais do que desembestado, já tinha descarregado boa parte do autoclismo. «O jogo começou a ser jogado fora de campo, infelizmente. Hoje ganhou quem queriam que ganhasse». «Durán? Não fiquei surpreendido. Infelizmente. Gostava que acontecesse o mesmo connosco» (...) «também quero ter um jogador despenalizado depois de ter sido expulso. isto não dignifica em nada o futebol português» (...) «Como portugueses, temos aquilo que queremos» (...) «Elimbi e Durán? São factos… toda a gente sabe os desfechos que aconteceram». Mário Branco por dizer a Cláudio Pereira «não estragues agora o jogo» (que já tinha acabado) levou 20 dias de suspensão. Imagine-se se alguém do Benfica vomitasse o que Luis Pinto escarrou sobre o árbitro e a liga com a maior cara de pau!

O director de comunicação do Benfica, Marco silva, sempre com grande consideração pelos adversários, chamou-lhe frustração. O que eu ouvi foi tudo menos isso. Só ouvi paleio de fruteiro rasca. Estou vacinado por décadas de adoradores do putedo colocados pelo clube das putas um pouco por todo o lado. O involucro é o de um jovem. O fedor a ranço é de quem, há muito, já está a fabricar tijolo. Quem assim falou não foi o treinador do Gil Vicente que, 5 dias antes, só lhe faltou saltar para o colo de Fariolli. Foi um braço armado do face rat e do seu/deles clube das putas. Fruteiro até aos olhos, Luis Pinto, natural da Sé do Porto, não consegue, nem quer, disfarçar o seu ADN. A postura arruaceiro disfarçado, passando por um gajo simpático, é fruto (eu disse fruto?) de muitos anos criado a odiar o Benfica. Luís Pinto (caputa de nome mais apropriado) sabe bem que o Duran nada fez para ser expulso. Sabe ainda melhor que o seu correligionário que o expulsou, não tinha, não teve, nem nunca poderia ter, argumentos para a filha da putice que cometeu. Tudo o resto é fanatismo.

O milionário Luciano Gonçalves, numa entrevista à RTP, afirmou que Cláudio Pereira «devia ter explicado melhor» a merda que escreveu no relatório. Ou seja. Cláudio Pereira esteve bem - «O que o árbitro pretendeu fazer foi condenar uma atitude que, estando ele longe, não conseguia ter a percepção das palavras que foram ditas pelo jogador, mas que se percebeu, no entender da equipa de arbitragem, que a ação do jogador provocou toda aquela ira dos jogadores adversários e que por isso se gerou aquela confusão» - mas devia ter mentido (ainda mais) no relatório para justificar a decisão. E pronto, foi isto que resultou da grande exibição de Lukebakio, da enorme defesa de Trubin (uma pena que os verdadeiros exigentes ainda não o tenham levado de borla ao aeroporto) e do Benfica 4-1 Gil Vicente, casa a abarrotar (53 654), numa noite - mais um horário de bosta sem respeito pelos espectadores - a cheirar a verão.

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