Como não podia deixar de ser, foi um jogo à moda antiga. À moda do apito dourado. Fatelas Gomes correspondeu aos queixumes do fugitivo de Vigo destacando para Chaves, com a licença do Soares Dias, Barrasco Santos, Fabio Melo, Fabio Veríssimo, Tiago Martins, Rui Costa, Vitor Ferreira, Hugo Miguel e Nuno Almeida, uma das mais rascas duplas de adoradores da fruta podre que há memória. O Desportivo de Chaves que, humildemente, se apresentou com 7 ausências justificadas e com metade da sua defesa aparentemente picada pela mosca tsé-tsé, por muito que acordasse para a segunda parte, jamais podia ganhar. O Manuel Oliveira, dos camarotes dajantas, e o Rui com o mesmo apelido, na cidade do futebol, mostraram bem a facilidade que os árbitros têm em adulterar os resultados. Apesar de (por enquanto) só lhes faltar meter a bola na baliza dos adversários do foculporto não há ninguém capaz de os importunar.
A MDCSDQT, como sempre, tirou o Domingo para fingir que não viu nada. O Rascord e a Abolha, nas suas capas de hoje, dedicaram uma simples nota de rodapé ao embate de Trás-os-Montes. O pasquim da fruta, onojo, recorreu aos 3 ex-árbitros do apito dourado do seu painel de especialistas em reiteradas canalhices para, despudoradamente, dividir por D. Chaves e clube da fruta os prejuízos arbitrais!
Nos vídeos mais abaixo vemos uma pequena amostra do que foi a arbitragem do Manel dos camarotes. Uma entrada de um jogador do foculporto, merecedora de cartão vermelho, foi transformada numa falta contra o Desportivo de Chaves e um inacreditável cartão amarelo exibido a Jô Batista! Um lance onde um jogador do Chaves ficaria isolado foi parado pelo Manel dos camarotes para assinalar uma falta, dois metros mais à frente, por um um choque entre dois jogadores do foculporto! Nem a máfia se atreve a roubar assim à descarada!
O 11 de Chaves, com arbitragens imparciais como a que o foculporto encontrou em Milão, contra o Inter, andava a lutar com o Casa Pia e o V. Guimarães pelo quarto lugar no campeonato. Vestidos com camisolas diferentes não passavam do meio da tabela. Só gente como os árbitros acima citados e uma MDCSDQT submissa e calada é que permitem que um plantel composto por figuras maioritariamente medianas consiga lutar mano a mano com o Benfica, ficando à frente do S. Braga que tem claramente um plantel de superior qualidade.
O boneco Ceição, cada vez mais erudito, recorreu a uma metáfora musical - «Por vezes não se pode tocar violino, toca-se bombo» - para travestir a sinfonia rasca do apito! A peido da fruta, uma semana depois de acabar com o VAR, nenhum pé-de-microfone o quis de novo ouvir a faladrar. Os fruteiros, desta vez, não quiseram saber do árbitro para nada. E há que admiti-lo, com inteira justificação. Não houve árbitro em Trás-os-Montes. O coiso que andou de apito na boca não é árbitro. E o coiso que assentou arrais na cidade do futebol também não. Quando muito são dois adeptos do clube da fruta privilegiados, como o injinheiro macaco, o pasteleiro a Dias e o barrasco Santos dos churrascos. Enquanto adeptos fanáticos não têm que ser imparciais. É o mesmo que assistirem ao jogos do seu clube nas bancadas dajantas mas mais de mais perto, no relvado, no caso do Manel das iscas, e, na cidade do futebol, tal e qual como o Rui biscas.
O Chaves tem dois jogadores, Rodrigo Moura e Ricardo Guima, que têm tudo o que é preciso para vestirem a camisola do clube da fruta. Um na baliza, Rodrigo Moura, e, o outro na defesa, realizaram exibições monumentais. Da maneira que a chuva cai, quase que aposto que daqui a uns anos vamos ver a Policia Judiciária e o Ministério Público atrás dos dois pelo contributo que ontem deram ao 38º Benfica.