quinta-feira, 12 de março de 2026

Três canjinhas de alheira na magia de Trincão e companhia!

Três canjas fresquinhas por causa do calor do Bodo/Glimt. Para ser tudo mais perfeito só faltou Fábio Verdíssimo no vídeo árbitro e o João Freteiro no apito. Resumidamente, foi assim a saga vitoriosa, fantástica, a tocar o céu do Sporting do Lumiar. Foi porreiro, pá! Ninguém tapou a boca com a mãos para chamar Bodo ao Glimt e o resultado, equilibrado, deixa em aberto uma aurora boreal de categoria mundial. Tenho a certeza que a mérdia nacional, decepcionada com as goleadas do Real Merdid ao Benfica, adorou cada pincelada de Catamo e a magia de Trincão e companhia! A assombrar um pouco a epopeia sapal só as imagens, que ontem correram nos pasquins da especialidade, dando conta de Lopes Cabral (a morrer de saudades do verme do Real Merdid) em sofrimento a treinar sozinho no Seixal.  

Estava tudo a correr exemplarmente quando, aos 20 minutos, Hjulmand vê o árbitro chapar-lhe no trombil o cartão amarelo por protestos. Cuspiu, barafustou, insultou, raspou os cascos, mas de nada lhe valeu. Habituado, em Portugal, a ser ele a mostrar cartões árbitros - o buldogue dinamarquês nunca mais se recompôs. Nem ele nem os sapos que nunca chegaram a perceber que regras eram as da UEFA para as quais ninguém os tinha preparado. À cautela, ninguém mais se atreveu a meter a pata na poça. E assim implodiram 3/4 da enorme fisicalidade exuberantemente exibida na liga da farsa. Nove minutos depois, perante o espanto do sapedo e do horror dos comentadores sporttv, o eslovaco Ivan Kružliak apontou para a marca de grande penalidade. Vagiannidis, que empurrara um adversário pelas costas, dava voltas ao capacete a tentar perceber que puta de regra era aquela. O restante sapedo deitava as mão à cabeça! A impunidade que gozam na liga da farsa é foda. Sentado no banco de suplentes, incrédulo, o orelhudo de Mirandela comia a primeira sopa do dia. 

O avençado dos sapos (Pedro Henriques) que ganha a vida na «nem de borla» a gozar com milhões de benfiquistas, também não compreendeu o desaforo. E que não e que não que o que toda a gente viu foi mentira. Falta, dentro da grande área, fez o Richard Ríos em Braga quando João Gonçalves, nessa jogada, roubou o golo da vitória ao Benfica. Adiante. Em cima dos 45 mts iniciais Blomberg fez o 2-0 num lance que, em Portugal, jamais seria validado. Ou alguém tem dúvidas que os frames da liga da farsa fabricariam um fora-de-jogo de meia rolha para estragar a festa aos noruegueses? O orelhudo de Mirandela, incrédulo, engolia a segunda sopa do dia. Minuto 71: «Numa altura em que o Sporting ia em crescendo, crescendo no encontro, ameaçando fazer o 1-2 no resultado é o Bodo/Glimt a fazer o 3-0 numa jogada pragmática...» assim se lamentava a repórter sporttv sem perceber puto do que via! Soltei vários pingos na cueca só de pensar em vê-la ali a enregelar. O orelhudo de Mirandela aproveitou o sofrimento da sapa para comer mais uma sopinha quentinha. Aos 79 minutos a cereja em cima do Bodo. O extraordinário (mais ordinário do que extra) Luís Suarez pisa o tornozelo de Bjorkan e, de imediato, mergulha no relvado a pedir penalti. O árbitro, já meio condoído com o desconhecimento das regras do sapedo, condescendeu e não lhe mostrou o correspondente cartão amarelo. Nem pela falta, perigosa para integridade física do adversário, nem pela grotesca simulação. Felizmente que o jogo se encaminha para o final. Mais um bocadinho a conviver com aquela gente e Kružliak era menino para dar volta ao resultado.  

Bem podem os verdadeiros exigentes darem as voltas às suas que quiserem. Quem fabrica a esmagadora maioria dos resultados são os árbitros. Até quando acertam, como o insensível Ivan Kružliak, são eles a sentenciar os resultados. E porquê? Eu explico. Se Ivan Kružliak decidisse curvar-se a Hjulmand, como fazem os árbitros da liga da farsa, se (como fazem os árbitros da liga da farsa) não assinalasse o penalti cometido por Vagiannidis e se assinalasse fora-de-jogo no segundo golo do Bodo, alguém o condenaria? Com base na "negligência" ou na "não houve negligência", na "força excessiva" ou na falta dela, no "colocar (ou não) em perigo a integridade do adversário", na "posição natural do corpo" que também pode ser vista como "posição não natural do corpo" ou a "volumetria" que, dependendo da cor das camisola, umas vezes é sim e outras não, todas as decisões são legitimas. 

Rui Silva, Diomande e Gonçalo Inácio são o máximo! Rendo-me aos verdadeiros exigentes. Desta eficácia é que o Benfica precisa. 

7 comentários:

  1. E eu rendo-me à excelência deste texto. Adorei especialmente o penúltimo parágrafo, pelo qual vemos perfeitamente, como os árbitros tugas modelam campeonatos, nos tais lances de interpretação, e assim, consoante as cores das camisolas, vão inclinando os campos a seu bel-prazer, fabricando campeões, com a benção dos jornaleiros avençados. E destes, ainda temos de os ouvir dizer que, no fim, as benesses e prejuízos, andam ela por ela entre os grandes!
    Outra coisa que retirei deste jogo: ontem vi Bitó Minto, entristecido, - devem ser "lágrimas de crocodilo" não fosse ele um fruteiro fanático - lamentar que ficou chocado (lol), não contando que pudesse correr tão mal a coisa aos sapos! Engraçada esta gente das notícias. O Benfica perde com o Real Madrid, roubado como todos vimos, e foi uma gritaria, uma humilhação ter perdido com o pior Real de sempre! Muitos gozaram com sorrisos à mistura a desventura benfiquista. Os sapos perdem com uma das equipas mais fracas (já começo a ter dúvidas) da Champions, e só se vêem caras de enterro, mesmo daqueles que sabemos serem fruteiros desde pequeninos!

    ResponderEliminar
  2. Quando for grande quero escrever como tu.
    És o maior!!!
    Forte abraço

    ResponderEliminar
  3. Diz a tradição dos sapos nesta prova que vão passar facilmente....................... ou não he he he

    ResponderEliminar
  4. A potência do Lumiar sem ajudas arbitrais é um clube tão banal como sempre foi, desinteressante, com pouca história e de fraca glória.
    O feio de Mirandela, apreciador de canja de galinha, desta vez foi comer fora, não levou os seus habituais cozinheiros da liga da farsa que lhe preparam o caladinho, quentinho, sem ossos...
    Ontem foi servido de galo com penas.
    Saiu magoado e triste... Lamentou e chorou numa conferência de imprensa pós jogo tão poucochinha como as habituais, com a diferença que esta teve emoção, foi sentida, a lembrar o menino da lágrima...
    No além estava gelo, nem velinha acesa nem o espírito do avô sustentaram a sua vaidade habitual no papel de idiota útil.

    ResponderEliminar
  5. Sempre que surge uma equipa de arbitragem isenta e assertiva em jogos europeus, extraímos conclusões óbvias em relação à Liga da Farsa.
    Assim, com os apitadores em Portugal, o Clube dos Viscondes 'joga' e obtém resultados na razão inversa comparativamente ao Benfica.
    O que dá razão ao autor do texto que não se tem cansado de chamar a atenção para a pouca vergonha arbitral que ao adoptar dualidade de critérios, tem prejudicado quase sempre o Benfica.


    ResponderEliminar
  6. Ontem foi 1 BODO aos pobres. Saí 1 bacalhau á LAGARTEIRO. Tá dificil, não é CANJA dizem os Campeões Europeus da Taça das Taças...

    ResponderEliminar
  7. Pois é...faltaram habituais titulares de peso , tipo Verdíssimo , Moedas ...
    Depois veio o FODO ...e plint !

    ResponderEliminar

Se pertenceres aos adoradores do putedo e da corrupção não percas tempo...faz-te à vida malandro. Sapos e verdadeiros trauliteiros, o curral é na porta seguinte.