João Pinheiro, será apenas uma questão de marrar no vermelho? Há muitos anos que eu afirmo que não. A falta de jeito para a função sempre me pareceu flagrante. E quando se junta a fome com a vontade de comer restam os fretes à liga da farsa e à UEFA (e à FIFA no próximo mundial) com lavagem, pré e pós serviços prestados, a cargo dos APAF's e da MDCSDQT. Bastou vacilar (não beneficiar descaradamente o sapedo) um pouquinho no Sporting-Benfica para ter contra si a máquina (que domina a mídia) de propaganda dos viscondes falidos. Os jogadores e dirigentes do Bayern ficaram estupefactos (ninguém quis saber o que a casa gasta?) com a 'eficiência' do árbitro mas, Pinheiro, não fez mais nem menos em Munique do que, descaradamente, tem feito em Portugal em toda a sua carreira de freteiro. Pinheiro só não roubou o último titulo do Benfica (em Chaves) porque João Neves conseguiu o milagroso empate no alvalixo...
Foi ele que completou o execrável trabalho - golo limpo anulado a Dí María - de Fábio Veríssimo no alvalixo quando na Luz, na segunda mão, entre várias pinheirices, perdoou um penalti escandaloso, cometido sobre Rafa, garantido aos sapos mais uma presença escabrosa numa final da Taça. Esta época, para não nos alongarmos muito, foi esse freteiro que, no Benfica-foculporto, perdoou uma expulsão e um penalti claro no ultimo minuto de jogo aos fruteiros, entregando as faixas de campeão ao clube da fruta e defendendo, com unhas e dentes, o segundo lugar do sapedo. Esteve na derrota do Benfica frente ao Braga para a taça da liga. E conduziu o empate Benfica-Santa Clara equipa que, como se viu no Santa Clara-Sporting, escapa à sua obsessão de marrar com o vermelho se não jogar com o sapedo.
Tudo o que eu digo de Pinheiro serve (com bastante mais merda de permeio) para Tiago moedas que completou a equipa do traste do apito como AVAR. Não foi por acaso que o João dos fretes e o Tiago das moedas foram chamados a Munique. Quem viu o Atlético de Madrid barbaramente espoliado, em Londres, frente ao Arsenal e, ontem, assistiu ao Bayern-PSG, não terá grandes dúvidas que a final que a máfia da bola mais queria era o PSG-Arsenal. Lá, como cá, quem decide a esmagadora maioria dos resultados são os árbitros.
Nos jogos agendados para segunda-feira, os sapos da merdialivre conseguiram remeter o odioso da questão para o Benfica. Não faltará muito para, no final da época, concluírem que se não fosse o colo de António Nobre, Sérgio Guelho, José Bessa, Gustavo Correia, Helder Carvalho, João Pinheiro, Luis Godinho, Tiago moedas, Rui Oliveira, João Gonçalves...muito dificilmente o Benfica escaparia à descida.
A APAF das queixinhas contra o Benfica foi ao parlamento defender que os «Árbitros devem ser equiparados a agentes de autoridade para travarem a violência». Isso é que era. Apitadores com armas de mil novecentos e carqueja e cassetetes obssoletos! A TBI /CNN tabloide dava-lhes formação policial. No esgoto da medialivre ser-lhes-ia ministrada a prosápia necessária - a cargo dos ministros da palavra Bernardete sapeiro e Bitó Puinto fruteiro - para travarem os terroristas vermelhos. Os advogados de defesa sairiam de um grupo de elite recrutado entre os paineleiros da mídia e os especialistas da especialidade. Quem ousasse levantar a voz, com criticas do tipo «o Gustavinho tentou impedir que o Benfica vá à Liga dos Campeões», seria deportado para a Sibéria ou, em alternativa, à prisão perpétua.