terça-feira, 22 de setembro de 2026

Bolas fora!

No final de junho 2026 Rui Costa anunciou «tolerância zero com o conselho de arbitragem, a federação e Pedro Proença». Não gosto de bravatas. Nunca gostei. Só revelam a fraqueza de quem as faz. E aprecio ainda menos os que comem, calam e consentem, para depois, quando já pouco ou nada há a salvar, sairem da toca desesperadamente tentando fazer prova de vida. Tolerância zero seria expor a reles actuação de Fábio Veríssimo (só a nomeação já foi uma provocação do CA, federação, Proença) no Benfica-Flamengo do torneio do Algarve. As consequências, descontando os orgasmos da MDCSDQT deliciada com a primeira derrota da época, foram Umeh lesionado até hoje e Prestianni (que escapou por milagre) implacavelmente caçado pelos monos. Nem um pio se ouviu do Benfica. 

Pouco depois, a supertaça demonstrou claramente o tanto que a «tolerância zero com o conselho de arbitragem, a federação e Pedro Proença» teve efeitos práticos no conselho de arbitragem, na federação e em Pedro Proença. De uma assentada, foram nomeados André Narciso, David Silva, Luís Ferreira e Rui Silva para o Torreense-foculporto!!! O fedor a apito dourado era fortíssimo. As consequências também. O Torreense foi roubado de uma forma tão vil que até os ex-apito dourado de onojo não conseguiram dizer o contrário.

Andre Narciso 21º classificado e coprotagonista (com Manel dos camarotes) de uma escabrosa arbitragem (Benfica-Vizela 2022) foi o apintador escolhido só o Diabo, a federação, Proença e o CA saberão porquê. Luis Ferreira (VAR do último foculporto-Benfica) advogado assistente do Apito Dourado, árbitro que validou 3 golos ilegais ao Boavista no Estádio da Luz. Rui Silva, suspenso por 20 meses em 2009 no âmbito do processo Apito Dourado e VAR do freteiro João Pinheiro nesse escabroso Santa Clara 2-3 Sapos, foi o seu AVAR. 

Enquanto o foculporto pilhava mais uma supertaça para o museu da fruta e já se cozinhava o Benfica - A Viseu à porta fechada (castigo nunca visto em toda a história do futebol português) apitado por outro trafulha/fruteiro (David Silva) do apito, o Benfica fazia um comunicado (ver AQUI) a queixar-se da nomeação de Gustavo Correia para um jogo do Gil Vicente!!!! As consequências: penalti por assinalar por mão na área do A. Viseu, inúmeros cartões por mostrar (como no foculporto-Benfica) e dois pontos a voar. A «tolerância zero com o conselho de arbitragem, a federação e Proença» continuava metida num buraco bem escuro. Agora, com mais 3 pontos a voar (já são 5) a tolerância zero para com o conselho de arbitragem, a federação e Proença resultou num raquítico "dualidade de critérios", primeiro, e agora, num engraçadíssimo post («coisas normalíssimas») de resposta a uma, mais uma piadola reles do crime organizado. 

Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão? O Benfica, na minha opinião, nunca teve (com excepção de João Gabriel) nem tem ninguém (Pedro Pinto é uma anedota) com capacidade por seguir por esses caminhos apertados. E valha a verdade, por esta altura, o Benfica deve cagar de bem alto para as provocações do clube da fruta. Cair no seu jogo já deu azo a que o face rat 'descobrisse' uma santa aliança Benfica-sapos. Para responder ao crime organizado bastava um simples comentário nas redes sociais: «Calor da Noite, 784 mil euros pagos ao Estoril Praia no intervalo (37 dias) mais comprido da história mundial. Um pouco menos do valor (800 mil euros) estipulado pelo Supremo Tribunal de Justiça pagos ao Benfica por truncarem os e-mails roubados». Até davam peidos pela p...

Se Rui Costa e o Benfica querem «tolerância zero com o conselho de arbitragem, a federação e Pedro Proença» porque razão se desgastam a dar palco ao crime organizado? Qual a razão de se rebaixarem entrando no seu jogo (sujo) predilecto? E mais. Quem quer liderar o futebol português não manda recados por ninguém. Se o Presidente do Benfica não quer marcar presença na gala da FPF deve dizer claramente o porquê. Os benfiquistas não merecem menos. Fazê-lo, à laia de amuo, em nada prestigia o Benfica. Fala-se a quente já depois do leite derramado. Não se ouve um pio quando urge falar! O foco, direitos televisivos à parte, deve ser a arbitragem, Pedro Proença, o CA, a federação...e o VAR. Dar troco ao crime organizado, Benfica?  PQP esta maneira de comunicar! 

Um ex-árbitro francês (Gilles Veissière) afirmou recentemente que o «O VAR é como o bacalhau em Portugal, e que há 365 formas de o fazer falar». Eu digo que há, pelo menos, outras tantas de o fazer calar. E se falarmos em ex-árbitros, especialistas da especialidade, que tentaram depurar a nojenta/asquerosa arbitragem de Miguel Nogueira/Luis Ferreira, 730 ainda são poucas só para demolhar o dito cujo.

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